Quando o consumidor brasileiro compra na mão de camelôs cópias piratas de filmes está contribuindo para alimentar uma indústria ilegal controlada por máfias internacionais, principalmente a asiática, que produz as matrizes para distribuição mundial.
Segundo Alexandre Cruz, presidente do FNCP - Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade, “quadrilhas oferecem grandes prêmios a quem ‘vaza’ versões antes dos lançamentos, produzem em escala industrial na China e trazem produtos ao Brasil com preço subfaturado.”
Normalmente os falsificadores brasileiros adquirem a matriz pirata pela internet. No caso do filme nacional “Tropa de Elite”, a cópia saiu da empresa que estava fazendo as legendas.